Pensamentos de um Guerreiro

Derrotar o inimigo em cem batalhas não é a excelência suprema; a excelência suprema consiste em vencer o inimigo sem ser preciso lutar. Leia+ »

Postura de um Cavaleiro

Aquele que cede ante ao obstáculo, que desiste diante da dificuldade já perdeu a batalha sem a ter enfrentado. Não raro, o obstáculo e a dificuldade são mais aparentes que reais, mais ameaçadores do que impeditivos. Só se pode avaliar após o enfrentamento. Ademais, cada vitória conseguida se torna aprimoramento da forma de vencer e cada derrota ensina a maneira como não se deve tentar a luta. Leia+ »

O Cavaleiro e sua Espada de Luz

O guerreiro da luz tem a espada nas suas mãos. É ele quem decide o que vai fazer, e o que não fará em circunstâncias nenhuma. Há momentos em que a vida o conduz para uma crise: ele é forçado a separar-se de coisas que sempre amou; então o guerreiro reflete. Verifica se está cumprindo a vontade de Deus, ou se age por egoísmo. Caso a separação esteja mesmo no seu caminho, ele aceita sem reclamações. Se, entretanto, tal separação for provocada pela perversidade alheia, é implacável na sua resposta. O guerreiro possui o golpe e o perdão. Sabe usar os dois com a mesma habilidade. Leia+ »

Por que entrar em Nossa Ordem:

Pela Primeira Vez Uma Ordem Ensina a Prática Alquímica em Toda sua Profundidade e em Todos os seus Aspectos. Se você procura A Verdade e a Imortalidade, então tenho certeza humildemente em afirmar que as achará aqui. Leia+ »

O que Você Encontrara Aqui!

Os segredos das Praticas Templarias, Hospitalárias, o segredo das Cinco Ordens Pentagramáticas unidas: Templários, Hospitalários, Teutônicos, Santiago e Calatrava. Leia+ »

 

A Espiritualidade: Uma fonte inesgotável

Quando se readquire novamente a confiança na oração, a alma é preenchida por uma espécie de bem-estar, de serenidade e paz interior. A tristeza vai desaparecendo. O vazio interior vai sendo preenchido. A pessoa começa a sentir uma nova alegria, nunca sentida antes, uma felicidade que reconcilia e refaz a estrutura interna. A volta para a vida de oração significa também nova integração afetiva, harmonia nos afetos, maturidade sexual, novo vigor na saúde física e psicológica, cura das mágoas e dos relacionamentos quebrados, reconciliação e libertação de todos os afetos desordenados. Assim, o desejo pela oração vai sendo renovado e refeito.

Com o passar dos anos, nos tornamos “tronco oco”, onde a seiva não passa.

Um coração oco e vazio: Com o passar dos anos, nos tornamos “tronco oco”, onde a seiva não passa. O tronco seca, porque não tem mais seiva. É possível chegar até a ausência de um coração. Aliás, no lugar do coração começa a existir um grande vazio. Eis a crise existencial. Tentamos diminuir o vazio, mas ele resiste e não se deixa habitar. O vazio fica sempre mais vazio e o oco cada vez mais oco. Começamos então a acusar os outros, primeiro interiormente, depois em voz alta.

Fazemos cobrança: “não somos amados e nem correspondidos”. Exigimos afeto, amizade e reconhecimento. Queremos possuir a outra pessoa. Confundimos amor-doação com amor-egoismo. Fazemos chantagem, tornando a outra pessoa responsável pelo nosso vazio interior e pelos nossos fracassos. Com isso, só conseguimos aumentar a solidão. Isso tudo porque as outras pessoas não aceitam ser utilizadas e exploradas por nós. O caminho da oração pode preencher este vazio afetivo.

Ficamos imaginando que aquilo que ainda não temos, é a única coisa capaz de preencher o vazio do nosso coração.

Um coração abarrotado de coisas: Outra saída é refugiar-se nas coisas materiais e não na “alma das coisas”, como fazem os poetas, que vão procurar os sentimentos nos encantos da vida. Na realidade, não há grande diferença entre um coração vazio e um coração todo abarrotado de coisas. O sinal se inverte como na matemática, mas o resultado continua o mesmo. Ficamos imaginando que aquilo que ainda não temos, é a única coisa capaz de preencher o vazio do nosso coração. As coisas materiais se acumulam, mas nunca preenchem o nosso coração. A oração vem de dentro. Quanto mais simples o método, mais fácil de rezar. Quem reza, também se compromete. É impossível rezar e não se comprometer. Rezar é fazer sempre de novo a experiência de Deus. O discípulo é aquele que aprende cada dia. É preciso penetrar no mistério da fé. Eis a grande novidade da oração.

Rezar é descobrir a misericórdia de Deus: À medida que a pessoa, em oração, percebe a sua miséria, ela descobre sempre mais a misericórdia de Deus. Se a miséria é grande, ela nunca será infinita. Ao passo que a misericórdia de Deus, esta sim, é sempre infinita. Quanto mais a pessoa olhar para dentro de si, mais ela se aproxima do amor de Deus. Na oração, é preciso deixar-se amar, encontrar o rosto misericordioso de Deus. Como uma pessoa poderá buscar um rosto severo e justiceiro para viver junto de si? O medo de Deus dificulta o resgate da misericórdia. O pecador tem mais necessidade de misericórdia do que de julgamento. Só ele conhece bem o seu pecado. O pecador arrependido não suporta um rosto severo de Deus. Temos como exemplo, a parábola do filho pródigo (Lc 15,11-32). Quem descobre a estrada da oração, também descobre o rosto misericordioso de Deus. É este rosto que será contemplado na oração. Quando se resgata o amor de Deus, a oração se torna um encontro esperado com “o Amado”. Mais do que preparar a oração, que também é necessário, é preciso preparar-se para rezar, com disposição interior, com a alma aberta e disposta.

A oração é o nosso “sim” de cada dia…

 A oração é o nosso sim de cada dia: Sem o nosso pequeno “sim” de cada dia, a vida de oração não acontece. Deus não se cansa de tornar fecundo tudo o que há de mais estéril em nós. É preciso descobrir novamente o encanto pela oração e sua novidade. É um reencontro simples, alegre e sem cerimônias, mas é preciso querer reencontrar-se com “Alguém”. Se eu não quero, o encontro não acontece, mesmo estando perto da outra pessoa. É preciso o “encontro dos corações”. Assim a oração, pouco a pouco, volta ao seu cotidiano, como uma “velha amizade”, sempre bela, fiel e atual.

Assim acontece na oração: dois amigos se olham e se entendem. Deus é este amigo próximo e fiel.

A oração merece sua “hora nobre”: Não se pode rezar a partir do “nada”. Sentimos necessidade de plenitude e não de vazio. Dois namorados que se amam, podem ficar muito tempo, um olhando para o outro, sem dizer palavras. Basta estarem juntos. Seus corações estão em sintonia. Assim acontece na oração: dois amigos se olham e se entendem. Deus é este amigo próximo e fiel. É preciso permanecer em sua presença, tanto quanto for possível, imóvel e silencioso, atento e presente. Mesmo que você não escute sua voz, não fique desesperado, pois muitas vezes a resposta é o silêncio. Não é possível estabelecer um contato com Deus na oração, sem que alguma coisa se transforme ao nosso redor. A oração exige também sua hora nobre, seu tempo precioso e seu lugar favorável. A luta, mesmo que seja pela libertação, não é a oração. A luta é a luta, e a oração é a oração. Não podemos cair no simplismo e dizer que “tudo é oração”, para justificar o fato de não rezarmos. É evidente que, à medida que nossa amizade cresce com Ele, nossa luta será também oração. Eis o segredo!

 

 

Pe. Agenor Girardi (fonte: http://www.institutosapientia.com.br/site/index.php?option=com_content&view=article&id=1173:a-espiritualidade-uma-fonte-inesgotavel&catid=28:outros-artigos&Itemid=285 )

EXPLOSÕES NUCLEARES NA ANTIGUIDADE?

1978870_371614626312877_23466843_n

Muito se fala e se conjectura sobre Mohenjo Daro, um sítio arqueológico situado a aproximadamente 400 milhas de Harappa, no Paquistão, com mais de 4.000 anos de antiguidade e que apresenta uma apaixonante interrogação.

Mohenjo Daro é um local onde não existem tumbas, mas é chamado de Colina dos Mortos e o lugar onde estão os esqueletos, é extremamente radioativo. Antiga sede de uma civilização repentinamente extinta, foi o local onde se adotou uma forma de escrita de tipo pictográfico (cujo significado é ainda desconhecido), e onde também se usavam as mais antigas roupas de algodão já descobertas. O que intriga, no entanto, são alguns fenômenos muito mais interessantes neste importante achado arqueológico que a ciência teima em simplesmente ignorar, tal como descobertas feitas no local, que desafiam completamente a lógica convencional, tal como nossa noção convencional da história.
Rochas e areia vitrificada, altos níveis de radiação e esqueletos carbonizados sugerem indícios de que talvez a Terra já tenha sido cenário, de uma terrível e devastadora guerra nuclear, entre um avançado e poderoso povo, há 20.000 anos (de acordo com alguns dos resultados de datação).

Sobre Mohenjo-daro

Mohenjo-daro é um sítio arqueológico situado na província do Sind, no Paquistão. Construído por volta do século XXVI a.C., foi um dos maiores centros populacionais da antiga Civilização do Vale do Indo, e um dos primeiros grandes povoados urbanos do mundo, contemporâneo às civilizações do Antigo Egito, Mesopotâmia e Creta. Mohenjo-daro foi abandonada no século XIX a.C., e só foi redescoberta em 1922. Escavações importantes têm sido conduzidas no sítio da cidade, que foi declarada Patrimônio Mundial pela UNESCO em 1980. Atualmente o sítio tem sofrido com ameaças de erosão e restaurações indevidas que segundo algumas vozes de acusação são autênticas ações de vandalismo deliberado para destruir provas inconvenientes.

O enigma da vitrificação do solo Os cientistas sabem há muitos anos, sobre uma grande extensão de areia vitrificada, que abrange uma região do deserto de Gobi. A areia fundida, de cor esverdeada, só pode ter sido criada por longa exposição ao calor intenso.

Os geólogos acreditam que a areia se tornou vitrificada pela exposição à ação vulcânica e os astrônomos afirmam que um grande meteorito poderia eventualmente estar na origem deste fenômeno. Contudo, a hipótese da origem vulcânica cai por água, pois não existem vulcões na região nem qualquer sinal histórico e geológico de veios vulcânicos. Também não existem evidências, nem marcas, nenhuma cratera, nem resíduos de meteoros foram encontrados, marca registada, para que se conclua que um meteoro tivesse atingido aquela região. Além disso, as rochas de vidro apresentam um nível de transparência e pureza de 99 por cento, o que não é comum na fusão de meteoritos caídos, na qual o ferro e outros materiais estão misturados com os de silício fundido após o impacto.

Nos arredores de Mohenjo-Daro, vemos sinais impressionantes como a vitrificação de rochas, por toda a região. Neste tipo de vitrificação, as rochas precisam passar para o estado de magma e depois esfriar, retomando o estado sólido (é necessário uma temperatura mínima de mil graus centígrados para tal feito).

As inquietantes marcas de radioatividade

Quando estas rochas foram analisadas por cientistas, nos anos 40 e 50, eles não conseguiram entender as provas da presença de radioatividade. Assim, iniciaram novos testes, na esperança de elucidar as insistentes perguntas de interessados. Quando começaram a testar a radiação encontrada no lugar, fascinantemente descobriram que era muito alta e crescente. Mesmo atualmente, se ainda formos visitar o local e testarmos a radiação, notaremos seu alto índice.

Tais fatos começaram a sugerir a alguns arqueólogos e cientistas, menos convencionais e solidificados aos status quo acadêmico, que ali realmente houve algum tipo de explosão nuclear na Antiguidade. Outro facto espantoso é o que foi desenterrado pelos arqueólogos no local há cerca de 40 anos: cadáveres que mostravam sinais de morte súbita, rápida e violenta, ou seja, sem indícios de luta ou resistência. Foram encontradas dezenas de esqueletos em afazeres quotidianos, pouco antes de serem dizimados por uma catástrofe imediata. Essa força inexplicável fulminou e calcinou os ossos dos que estavam na cidade!

Não são corpos de guerreiros mortos nos campos de batalha, mas sim restos de homens, mulheres e crianças. Não foram encontradas armas e nenhum resto humano trazia feridas produzidas por armas de corte ou de guerra. As vidas das pessoas foram ceifadas junto a dezenas de elefantes, bois, cães, cavalos, cabras e cervos.

Dentre as ossadas, as mais espantosas são as de uma família composta de pai, mãe e um menino que caminhavam juntos, de mãos dadas por uma rua. Estes permaneceram insepultos, tombados no chão, esmagados por uma força inexplicável, enquanto caminhavam. Analisadas as amostras dessa família, constatou-se que elas foram expostas a uma temperatura de mais de 1500 graus.

Muitos cientistas apontam a estranheza destas ossadas, demonstrando que algo totalmente anômalo ocorreu ali. Apesar de se encontrar numa região de muitos animais carnívoros, os corpos mantiveram-se intactos e nem houve tentativas de escavações por animais que ainda hoje se mantém longe do local.
Mais indícios…

As escavações constataram que as ruas pareciam ter sido varridas no momento da catástrofe. Objetos foram arremessados para os cantos e o epicentro da explosão ficou bem caracterizado. Sendo uma área coberta de detritos negros e restos de argila derretida e vitrificada.

O Instituto de Mineralogia de Roma analisou algumas amostras e constatou que haviam sido expostas a temperaturas altíssimas, por apenas uma fração de segundos. Há, por exemplo, vasos fundidos de um lado e totalmente intactos do outro, indicando fusão incompleta. Excluiu-se totalmente a possibilidade de incêndio por fogo ou fornos convencionais, já que estes não teriam a capacidade de produzir tamanha diferença de temperatura em tão pouco tempo.

Além disso, os danos verificados nas casas eram proporcionais a distância que se encontravam do epicentro da explosão. Aquelas situadas na área central foram calcinadas por completo, sem que restassem sequer suas paredes. A uma certa distância do epicentro, alguns muros ainda permaneceram de pé.
O epicentro mede aproximadamente 50m de diâmetro, dentro do qual toda a matéria se encontra completamente cristalizada, fundida e estéril.

Registos mitológicos ou reais?

Em 1978, um estudioso da língua escrita chamado David Davenport, cidadão britânico na índia, juntamente com o redator italiano Ettore Vicenti, procederam a uma releitura de clássicos como o Ramayana. Esse texto é o mais extenso escrito com mais de mil estrofes e integrando o confuso Mahabharata (Grande Índia em sânscrito) o grande épico hindu recheado de relatos de guerras e aventuras em épocas míticas. Na sua versão completa, incluindo o Bhagavad Gita, certas passagens soam hoje bastante sugestivas, pois parecem fazer menção a artefatos bélicos atuais vistos pelos olhos ingênuos da época.

Observem os detalhes do texto que segue:
“Quando o deus Rama foi ameaçado por um exército de macacos, ele colocou a sua flecha mágica em ação. Esta produziu um trovão luminoso, mais forte que o calor de mil sóis, transformando tudo em cinzas. Os cabelos dos sobreviventes caíram, suas unhas se desintegraram. Os potes se quebraram sem causa aparente, e as aves ficaram brancas. Em poucas horas toda a comida estava envenenada. Para escapar do fogo, os soldados se atiraram nos riachos para lavar a si mesmos e a seus equipamentos”

Por que é difícil aceitar a recompensa?

Levamos nossa vida, quando estamos despertos para a espiritualidade, buscando ser uma pessoa melhor a cada instante. Nem sempre conseguimos e infelizmente isso gera o movimento do aprendizado pelo sofrimento.

Parece uma pergunta estranha, porque parece lógico querer e receber uma recompensa, porém, não é bem assim. Analisemos juntos… Levamos nossa vida, quando estamos despertos para a espiritualidade, buscando ser uma pessoa melhor a cada instante. Nem sempre conseguimos e infelizmente isso gera o movimento do aprendizado pelo sofrimento. Conforme o tempo passa, passamos a acreditar que tudo o que plantamos gera frutos nem tão saborosos assim. Porém, isso não é verdade!

Somente nós mesmos somos capazes de nos fazer felizes, e ninguém mais.

Quando aceitamos a ideia de receber do universo apenas a dor, nos resignamos e passamos a nos sentir apenas merecedores dessa energia. Porém, cansados de sofrer, surge uma necessidade que começa a ficar forte dentro de cada um de nós, a vontade de não mais querer errar, querer acertar.

Querendo fazer diferente, começamos a não mais descontar nos outros nossas emoções que precisamos melhorar como raiva, mágoa, tristeza… Não buscamos mais culpados ou vilões para justificar o que estamos sentindo. Desapegamos-nos do conforto que é se vitimizar em qualquer situação, com qualquer pessoa. Decidimos olhar para dentro de nós mesmos e reconhecer o que está em nós para curar. Assim, passamos a nos apropriar mais da nossa vida, assumindo o compromisso de que somente nós mesmos somos capazes de nos fazer felizes, e ninguém mais.

Toda ação gera uma reação. E quando nos alinhamos com o nosso propósito, vivemos o nosso papel onde quer que estejamos, não mais nos importando com a vida alheia, não mais querendo mudar as pessoas, não mais nos comparando e sim, olhando para si mesmo com carinho e respeito, buscando em nossas fragilidades nossas maiores oportunidades de crescimento. Mudando nossa forma de encarar o cotidiano, automaticamente a vida responde a nós de forma diferente: não é mais preciso experienciar tantas situações intensas e dolorosas.

Quando o Altíssimo intercede por nós, nos habilita a conquistar o merecimento de aprender pelo amor. Permite-nos receber a colheita boa, vinda das boas sementes plantadas.

Acredite, muitos de nós nos acostumamos a somente ver, viver e esperar o obstáculo, que quando algo de bom acontece em nossas vidas estranhamos! Achamos que é esmola demais, que isso só pode estar errado!!! É incrível o quanto passamos a aceitar e receber a colheita de frutos ruins, mas aceitar o resultado, o retorno das nossas ações positivas parece ser difícil… Não nos achamos merecedores… Chegamos ao ponto de por vezes nem comemorar, por desconfiarmos do ocorrido.

Quando doamos, seja para nosso projeto de evolução pessoal ou coletivo, o universo agradece, pois ele não precisa mais movimentar pessoas, criando situações que aflorem esses aprendizados. É mais fácil quando aceitamos o que precisamos fazer, que é observar o que sentimos em relação a tudo e todos, buscando amenizar os que não são positivos, investindo naqueles que se mostram nossos potenciais.

Portanto, se você está comprometido de coração em ser uma pessoa melhor, compreendendo seu papel onde quer que você esteja e o universo começa a conspirar a seu favor: ACEITE E AGRADEÇA!!!

Aceite receber o bem, quando você plantou o bem… Esboce a sua gratidão e encare esse momento como uma injeção de ânimo para seguir em frente na sua caminhada evolutiva. O sentimento de estar fazendo a coisa certa é indescritível… Receber a benção dos seres de luz reconhecendo nosso esforço, IMENSURÁVEL!!!  Acredite, você pode ter os seres de luz como seus aliados… Basta você seguir em frente, focando no que é realmente importante nessa vida, a sua melhoria contínua. O resultado? Realização pessoal e muitas alegrias no seu dia a dia.

Por  Aline Elisângela Schulz
(fonte: Site Luz da Serra / http://www.luzdaserra.com.br/2734/por-que-e-dificil-aceitar-a-recompensa/ )

10º Encontro de Caritas Hospitalário – Dia de Cura Gratuito

Caritas

 

É com muita Honra e Satisfação que convidamos à todos para mais uma vez estarem conosco no Dia de Cáritas.

Nesse dia nossa Ordem abrira suas portas com à Egrégora Hospitalária para atendimento de Cura Gratuito. Contaremos com todos os nossos Mestres de Cura, a disposição de qualquer pessoa que sinta à necessidade ou simplesmente tenha à vontade de conhecer.

Estaremos atendendo nas seguintes práticas: Acupunturara Energética, Gemo Terapia, Reiki, Radiestesia e Radiônica, Cura Prânica, Massoterapia, Apometria, Passe Energético, Cura Quântica e muito mais…

Para quem não sabe como chegar basta acessar o link do Mapa: http://goo.gl/maps/vlEk2

Estaremos atendendo em nossa Casa de Armas.

  • Data: 12/04/2014
  • Hora: das 18:00h às 20:00h
  • Local: Av. São Paulo, 912
  • Centro – Mongaguá – SP

Lembrando que é um dia para a prática da caridade, e com isso todo o atendimento e TOTALMENTE GRATUITO, sem o menor vinculo religioso e com total abertura á todos sem o menor julgamento de classe social, credo, opção sexual e muito menos etnia.

Aguardamos a todos com extrema disposição e Saudosas Bençãos de Heliópolis.

“Não a nós Senhor, mais pela Glória de teu Santo Nome”

Obsessão, Prece e Perdão

Prejudicamos a vida de algumas pessoas e “conquistamos” alguns adversários que podem vir a nos obsediar depois do fenômeno da morte.

Vocês já pensaram quem é o nosso maior inimigo? Se nos olharmos no espelho, perceberemos em nós o maior inimigo. Prejudicamos a vida de algumas pessoas e “conquistamos” alguns adversários que podem vir a nos obsediar depois do fenômeno da morte. Dependendo da gravidade do ato, essa “perseguição” pode levar séculos, variando entre o mundo carnal e o espiritual.

Um espírito obsessor, segundo o Espiritismo, é um espírito que se ocupa temporariamente de causar transtornos e prejudicar a vida das pessoas, desde que estas se encontrem em sintonia com o obsessor. Diz-se “temporariamente”, pois todo espírito obsessor acaba, mais cedo ou mais tarde, concluindo que o maior prejudicado com a obsessão é ele mesmo.

Temos a infelicidade de pensar somente na vida presente, como se ela fosse a única oportunidade aqui na terra, e nos esquecemos de que o que iremos plantar hoje iremos colher, obrigatoriamente, no porvir. Sendo assim, adversários de hoje que não nos perdoarem, continuarão sendo desafetos em outra esfera. Às vezes, quando um inimigo desencarna, o oponente faz um comentário infeliz: “Foi tarde”. Na realidade, ele não foi. Continuará brigando do outro lado, agora com mais liberdade. Poderá, ainda, conseguir aliados no mundo espiritual que o ajudarão em seu objetivo pelo simples prazer de praticar a maldade.

Num momento de ira, em uma discussão, palavras duras ditas com veemência podem causar prejuízos irreversíveis. A calúnia é uma “arma” utilizada para atingir pelas costas o oponente, denegrindo sua imagem e difamando sua conduta. A prática do menosprezo talvez seja ainda mais ferrenha, pois se trata de uma batalha silenciosa que vai diminuindo o outro gradativamente. Sem contar o tradicional duelo corporal que deixa claro e evidente a inimizade, criando uma atmosfera pesada entre os antagonistas e àqueles que os cercam.

No livro Pão Nosso, no capítulo “Inimigos”, Emmanuel, através da psicografia de Chico Xavier, nos deixa a seguinte mensagem: “Onde há luta, há antagonismo, revelando a existência de circunstâncias com as quais não seria lícito concordar em se tratando do bem comum. Quando o Senhor nos aconselhou amar os inimigos, não exigiu aplausos ao que rouba ou destrói, deliberadamente, nem mandou multiplicarmos as asas da perversidade ou da má-

Um dos maiores segredos de nossa ordem sagrada e guerreira é reconhecer o poder da determinação e da palavra. Ambos também são fortes espadas: com determinação de auxiliar o próximo (seja da forma que for), podemos nutrir nossa própria evolução. Esta é a espada que trás a vida. (ANKR)

fe. Recomendou, não com aprovação indébita e sim com a disposição sincera e fraternal de ajudá-los a se reerguerem para a senda divina, através da paciência, do recurso reconstrutivo ou do trabalho restaurador. O Mestre, acima de tudo, preocupou-se em preservar-nos contra o veneno do ódio, evitando-nos a queda em disputas inferiores, inúteis ou desastrosas”.

Devemos refletir se preferimos ser o agressor ou o agredido. Evidentemente que, deixando o orgulho de lado, a humilhação pela agressão não pode ser pior que a crueldade do agressor que responderá pelos atos praticados. A prece nos mantém calmos, capacitados a rever as situações por um outro prisma, evitando atos insanos que, praticados no calor da emoção, poderão nos prejudicar consideravelmente.  O perdão é o caminho para a reconciliação. Caso isto não aconteça, adiamos oportunidades de nos libertamos espiritualmente.

Quando uma pessoa obsediada, perseguida por um desafeto, começa a frequentar o centro espírita, a assistir palestras, a receber aplicação de passes e percebe a necessidade de se reformar intimamente, ela já está oferecendo campo mental favorável ao auxílio da espiritualidade. Até o obsessor pode ser beneficiado por essas bênçãos. A partir do momento em que o obsediado começa a trabalhar em favor do bem, a praticar a caridade, o inimigo desencarnado percebe, com o passar do tempo, que aquela pessoa já não é mais o algoz de antes. Então, pode acontecer dele ser movido por um sentimento novo,  passando a querer se renovar também. É nesse momento que acontece a transformação, e de obsessor ele passa a ser um amigo e trabalhador no plano espiritual, em prol, inclusive, daquele que antes era seu inimigo.

 

Por Marco Tulio Michalick - Autor do livro “Coragem, Esperança e Fé” – Pedidos pelo site:www.mythoseditora.com.br

Texto publicado na Revista Cristã de Espiritismo, edição 112, ano 2012. (Fonte: http://mundoespiritualista.zip.net/)

O Deus (deus?) de Einstein

“Sem religião, a ciência é manca; sem ciência, a religião é cega.” A frase, caso você não saiba, é de autoria do físico alemão Albert Einstein (1879-1955), e as pessoas adoram usá-la para 1)mostrar como o pai da teoria da relatividade defendia a conciliação e o meio-termo entre visões científicas e religiosas do mundo e 2)usar a suposta crença de Einstein em Deus como a arma definitiva contra cientistas ateus radicais. A verdadeira visão do mais famoso gênio do século 20 sobre o tema, porém, é bem mais complicada.

De origem judaica, Einstein nem chegou a fazer o bar-mitzvah, a iniciação social e religiosa pela qual todo adolescente judeu deveria passar, lendo trechos das Escrituras na sinagoga ao completar 13 anos. Mais ou menos nessa idade, vivenciou uma breve fase de fervor religioso, estudando hebraico bíblico e tudo o mais. Mas passou rapidinho, e ele passou o resto da vida sem praticar os rituais do judaísmo.

Deixemos que o próprio Einstein explique, afinal de contas, qual sua visão sobre a existência/inexistência de Deus:

 “Não posso provar para você que não existe um Deus pessoal, mas, se eu fosse falar dele, seria um mentiroso. Não acredito no Deus da teologia, que recompensa o bem e pune o mal. Meu Deus criou as leis que resolvem esse problema. O Universo dele não é regido por nossos pensamentos e desejos, mas por leis imutáveis.”

Ao mesmo tempo, Einstein se dizia um sujeito extremamente religioso — mas no sentido de que era tomado por um “sentimento religioso cósmico”, que ele comparava ao pensamento de São Francisco de Assis (erradamente, desconfio) e do filósofo judeu holandês Baruch Spinoza (1632-1677). O indivíduo que adota essa perspectiva, diz Einstein, “sente a futilidade dos desejos e objetivos humanos e a sublimidade e maravilhosa ordem que se revelam tanto na natureza quanto no mundo do pensamento”, chegando ao desejo de “experimentar o Universo como um todo único e significativo”. Esse estado de espírito seria a “evolução” máxima das religiões primitivas, desde que se permitisse que a ciência “purificasse o impulso religioso do peso de seu antropomorfismo”, ou seja, da tentação de enxergar o divino com características humanas.

Com base nessa visão, Einstein chegou até a afirmar, de modo aparentemente paradoxal: “Se você reza e pede benefícios a Deus, não é um homem religioso”.

 E AQUELE PAPO DOS DADOS?

É verdade que, muitas vezes, o físico curtia fazer referências misteriosas e com ar profético a Deus que podiam ser mal interpretadas. O que será que ele queria dizer com frases como “Deus não joga dados”, “Sutil é o Senhor, mas malicioso ele não é” ou, pior ainda, “Quero saber como Deus criou este mundo. Não estou interessado neste ou naquele fenômeno, no espectro deste ou daquele momento. Quero conhecer os pensamentos divinos, o resto é detalhe”?

Metáforas e mais metáforas, no fim das contas. Explicando o clássico “Sutil é o Senhor”, eis o que ele disse: “A natureza esconde seus segredos por causa de sua elevação essencial, mas por meio de ardis”. Ou então: “O que realmente me interessa é saber se Deus poderia ter criado o mundo de um jeito diferente; em outras palavras, se a exigência da simplicidade lógica admite alguma margem de liberdade”.

No fundo, para Einstein, Deus não criou a lei e a harmonia do Universo, ele É esse conjunto de leis — uma posição que talvez possa ser classificada como panteísmo, não muito diferente da do nosso amigo Giordano Bruno.

É claro que nada disso deveria influir na decisão de cada pessoa de acreditar ou desacreditar em Deus. Apoiar-se numa suposta crença ou descrença de Einstein não passa de argumento de autoridade — basicamente o pior tipo de argumento que se pode usar para defender qualquer coisa.

 

fonte: http://darwinedeus.blogfolha.uol.com.br/2014/03/26/o-deus-deus-de-einstein/

Crer para Compreender ou Compreender para Crer?

1383771_10151940050904249_978714791_n

Frase de Santo Agostinho em suas reflexões; a luta entre fé e razão. Estes dois conceitos seriam contraditórios (ou eu acredito, ou eu compreendo) ou seriam correspondentes (eu creio, por isso compreendo e eu compreendo, por isso creio)? A resposta da fé católica a esta pergunta é clara:

“Crer é um ato da inteligência humana que assente à verdade divina a mando da vontade movida por Deus através da graça” (Santo Tomás de Aquino).

Para Santo Agostinho a filosofia (razão) é apenas um instrumento auxiliar, destinado a um fim que transcende seus próprios limites (fé). Na Índia temos estas duas escolas, que atendem os que preferem a razão ou devoção. Duas formas de atingir o Divino:

A- Bhakti Yoga (Devoção) a comunhão divina;

B- Jnana Yoga (Conhecimento) discernimento intelectual que leva a divindade.

Não importa qual caminho que o Buscador escolha, se é através da devoção ou do conhecimento, ambos devem ser investigados pela busca interior! Eles se completam! Sem a alquimia entre fé e razão não haverá assimilação do EU (Ātman).

A melhor forma de atingir Deus é se tornar Deus! De acordo com a filosofia Micro cósmica, somos formados por bilhões de átomos que constitui nosso corpo, se cada átomo é um sistema com núcleos e elétrons, parecidos com nosso sistema solar, somos um Deus! Quantos mundos estão em nós! Diante da consciência Micro cósmica somos Deus!

Mas o Macro cósmico também está em nós e Deus faz morada em nosso corpo e é possível vivificar suas faculdades a exemplo o sistema adhyātman-adhidaivam (pontos de vistas subjetivo e objetivo):

 “Uma vez criadas, as divindades do mundo disseram ao Ātman (o Eu como Criador):

ʹDaí-nos uma moradia onde possamos nos estabelecer e alimentarʹ. Levou-lhes uma Vaca, e elas disseram: Em verdade isto não é suficiente para nós. Levou-lhes então um Cavalo, e elas disseram: Em verdade isto também não é suficiente para nós. Levou-lhes uma pessoa, e elas disseram: Oh Muito bem! Em verdade, uma pessoa está muito bem! Atman lhes disse:

Entrem suas respectivas moradas! O fogo se fez fala e entrou na boca, O vento se fez alento e penetrou nas narinas. O sol se fez visão e entrou nos olhos. Os quadrantes do céu se fizeram audição e penetraram nos ouvidos. As plantas e as arvores se fizeram cabelos e entraram na pele. A lua se fez mente e entrou no coração. A morte se fez alento descendente e penetrou pelo umbigo. As águas se fizeram sêmen e entraram no membro viril.” Aitareya Upanisad.

Ensina-se ao Buscador que aplique o conhecimento de tais correspondências em meditações como esta: “Assim como o jarro se reduz a pó, uma onda á água, ou um bracelete a ouro, assim também o universo se reduzirá a mim. Maravilhoso sou! Adoração a mim! Porque quando o mundo, desde seu deus mais supremo até a melhor folha de relva, se dissolve, esta destruição não é minha!” Astāvakra Samhitā.

Crer ou Compreender? O sábio descobre as causas do que aqui é exposto, ultrapassando o estágio do mero envolvimento, não através da glorificação superficial e da submissão aos deuses, mas sim pelo conhecimento do Eu, sua Mônada Vital, seu Ātman, conhecimento sim! Mas com fé, amor para atingi-lo.

Este conhecimento (redescobrir o Ātman) pode ser obtido por duas técnicas:

A- Rejeição sistemática do mundo – em sua totalidade – como ilusório – Sistemas Janaista, Budista e Vedanta.

B- Profunda compreensão da absoluta materialidade do mundo. – Sistema Tântrico e Sānkhya.

Em muitas das religiões de hoje os sacramentos são superficiais, os devotos são tratados como “gado” a ser conduzidos, a religião não opera a nossa TRANSMUTAÇÃO ALQUÍMICA DA ALMA que tanto necessitamos, a maioria está abandonada e sem saber a recorrer! As nossas filosofias acadêmicas e seculares principalmente a Ocidental estão mais preocupadas em informar do que transformar. Ainda bem que temos o Tantra que nos faz descobrir algo de nós mesmos!

 

Saudações!

Ir. GTR

Apresentação dos Trabalhos de Grau – Exame e Iniciação Exos Fogo.

Arcano Principe da Terra

Saudações Caros Irmãos e Irmas de nossa Ordem!

É com grande honra que estamos aqui para parabeniza-los por terem alcançado esse setimo degrau em caminho da sua evolução pessoal e reforma intima.

Nesse Tópico vamos deixar claro quais os passos que cada qual deve dar para prestar seu Grau e assim ser avaliado na possibilidade de passar à um próximo nível em seus estudos dentro da Ordem.

  • Setimo Grau Exos Grau do Fogo Minimo 6 meses. 
  • Ter prestado e passada na iniciação do Grau Exos Ar. 
  • Para iniciação Ser membro ativo e não estar em débitos com a manutenção da Ordem. 
  • Ter comparecido as convocações on line e Presenciais na Ordem (conforme solicitação do conselho de Irmão Vigilantes). 
  • Ter recebido as 14 chaves mágicas dos Arcanos do Fogo.
  • Apresentar trabalho escrito de compreensão relativa ao Grau, sobre o trabalho de compreensão, controle e neutralização dos 14 caminhos proposto no Estudo do Grau (via e-mail, ou Facebook da Zeladoria da Ordem).

Facebook de suporte da Zeladoria: https://www.facebook.com/templarjinai.zeladoria
E-mail para Envio dos trabalhos: cons.vigilantesjinai@templarjinai.org

Para confirmar a sua visualização desse Post por favor clique um Curtir!

Apresentação dos Trabalhos de Grau – Exame e Iniciação Exos Ar.

mundos-imaginario

 

Saudações Caros Irmãos e Irmas de nossa Ordem!

É com grande honra que estamos aqui para parabeniza-los por terem alcançado esse sexto degrau em caminho da sua evolução pessoal e reforma intima.

Nesse Tópico vamos deixar claro quais os passos que cada qual deve dar para prestar seu Grau e assim ser avaliado na possibilidade de passar à um próximo nível em seus estudos dentro da Ordem.

  • Sexto Grau Exos Grau do Ar Minimo 6 meses. 
  • Ter prestado e passada na iniciação do Grau Exos Água. 
  • Para iniciação Ser membro ativo e não estar em débitos com a manutenção da Ordem. 
  • Ter comparecido as convocações On Line e Presenciais na Ordem (conforme solicitação do conselho de Irmão Vigilantes). 
  • Ter recebido as 14 chaves mágicas dos Arcanos do Ar.
  • Apresentar trabalho escrito de compreensão relativa ao Grau, sobre o trabalho de compreensão, controle e neutralização dos 14 caminhos proposto no Estudo do Grau (via e-mail, ou Facebook da Zeladoria da Ordem).

Facebook de suporte da Zeladoria: https://www.facebook.com/templarjinai.zeladoria
E-mail para Envio dos trabalhos: cons.vigilantesjinai@templarjinai.org

Para confirmar a sua visualização desse Post por favor clique um Curtir!

Apresentação dos Trabalhos de Grau – Exame e Iniciação Exos Agua.

19891_534358813277997_1363938585_n

 

Saudações Caros Irmãos e Irmas de nossa Ordem!

É com grande honra que estamos aqui para parabeniza-los por terem alcançado esse quinto degrau em caminho da sua evolução pessoal e reforma intima.

Nesse Tópico vamos deixar claro quais os passos que cada qual deve dar para prestar seu Grau e assim ser avaliado na possibilidade de passar à um próximo nível em seus estudos dentro da Ordem.

  • Exos Grau da Água Minimo 6 meses 
  • Ter prestado e passada na iniciação do Grau Exos Terra
  • Para iniciação Ser membro ativo e não estar em débitos com a manutenção da Ordem. 
  • Ter comparecido as convocações On Line e Presenciais na Ordem (conforme solicitação do conselho de Irmão Vigilantes).
  • Ter recebido as 14 chaves mágicas dos Arcanos da Água. 
  • Apresentar trabalho escrito de compreensão relativa ao Grau, sobre o trabalho de controle e neutralização dos 14 caminhos proposto no Estudo do Grau (via e-mail, ou Facebook da Zeladoria da Ordem).

Facebook de suporte da Zeladoria: https://www.facebook.com/templarjinai.zeladoria
E-mail para Envio dos trabalhos: cons.vigilantesjinai@templarjinai.org

Para confirmar a sua visualização desse Post por favor clique um Curtir!